(AINDA SOBRE A… BERTRAND)

Desde que criei o Blogue Página a Página à 5 meses atrás, e desde o artigo sobre José Saramago e o seu livro Caím, que na altura lembro-me quase caiu o Carmo e a Trindade… que um post aqui colocado não gerava tantos comentários e agitação à sua volta.

Quer o livro Caím  quer o artigo com ele relacionado tiveram o peso e a importância que lhe quizeram dar, passando-se o mesmo com este último artigo sobre uma livraria Bertrand em especifíco (note-se que o referido artigo, foi sobre uma situação pessoal e com certeza casual) que os 4 comentários que aqui chegaram 3 dias depois do artigo ser publicado, curiosamente todos com uma diferencia horária de meio minuto é algo que merece mais qualquer coisa…

 Cristina Vieira in: «Bertrand»  Post de 01/03/2010

Não pude passar por aqui sem deixar a minha opinião.

Sou frequentadora da Bertrand há muitos anos e desde que abriu uma loja no Seixal, é a que visito mais amiúde, pois por motivos óbvios, é a que se encontra mais perto da minha área de residência que é Sesimbra.

O Sr. Nuno queixa-se dos preços, pois eu prefiro ir a uma Livraria e pagar um pouco mais (sim sei que são mais caros) do que ir comprá-los onde compro as batatas, o chouriço e afins, chame-me elitista ou snobe, eu deixo.

Tenho sido atendida por vários funcionários da loja e todos eles se mostraram simpáticos e atenciosos, se calhar o Sr. Nuno teve o azar de ter efectuado a sua visita em dia “não”, é a chamada ” Lei de Murphy”.

Reconheço que por vezes a loja poderia estar mais arrumada, mas em nenhuma vez os funcionários me pareceram não saber o que estavam a fazer e muito menos foram de alguma forma incorrectos comigo.

Quando comecei a ler a sua “reclamação” pensei seriamente comigo: ” Será que este senhor frequenta a mesma loja que eu?”

E permita-me o reparo: para quem diz que lê muito, o Sr. Nuno dá muitos erros de Português… Sei que não vai levar a mal, tal como as pessoas que o Senhor tão vivamente retrata na sua “crónica”.

Boas leituras.

 

Minha cara Cristina Vieira, provalvelmente não está a comentar o post que eu escrevi.

1º Ninguem aqui falou de supermercados de chouriços ou repolhos. falei da Bertrand (uma Bertrand em especial), mas ainda bem que a sua carteira é diferente da minha, se no mesmo local existem pelo menos 3 opções iguais, a menos 2 euros por artigo, não me leve a mal… isso não é ser elitista ou snobe, é ser básico! o dinheiro custa-me a ganhar.

2º Em nenhum parágrafo, leu que qualquer funcionário da referida loja tenha sido incorrecto comigo. A Lei de Murphy a que refere, não se aplica a esta situação (mas em comércio não se deve aplicar seguramente) eu sei do que falo, estou no ramo, a má disposição fica em casa, não me pagam para ter dias desses, mesmo quando os tenho, senão corro o risco de ir dar uma volta e enfiar a Lei de Murphy… no modelo para o fundo social de desemprego.

3º Não será a primeira e provavelmente não será a ultima vez que entrarei na referida loja.

4º Sim… frequentamos a mesma loja!

5º Em momento algum, referi se lia pouco ou muito… leio o que posso, o que quero e aquilo que o tempo ou a disposição me permitem.
Não entro em maratonas pessoais de literatura anual.

6º O post em questão, foi um relato de uma situação pessoal e casual (daquela livraria) em especial. e não se aplicará com certeza a todas elas. (não foi aqui que leu isso)

7º Quanto aos erros ortográficos, de que fala (obviamente que não levo mal) repare, que este blogue é um domínio privado, e neste meio que é a  blogosfera, raramente se respeita termos gramaticais, maísculas,acentos e etc… ( se o faz dou-lhe os meus sinceros parabéns ) eu não faço… este é ainda um blogue 100 por cento anti-acordo ortografico. (o Blogue é meu!) não chamo cá ninguém. (saliento ainda com muita satisfação, que no último mês de Fevereiro este espaço recebeu 6.000 visitas) provavelmente serão pessoas com mau gosto, ou pessoas que adoram calinadas ortográficas ou gramaticais.

8º O blogue Página a Página, não é uma composição, um ditado ou uma Cópia que transcreve fielmente o que vai surgindo no meio, nem «tão pouco» (repare) Tampouco pretende dar lições sobre livros, literatura ou a forma de escrever ou não correctamente a língua de Camões, é sim um espaço de partilha literária onde comento e vou colocando (postando) as minhas opiniões sobre o mesmo assunto.

Minha carissima visitante (claro que não levo a mal) mas o tom que deu ao último parágrafo é claramente provocatório. aproveito para tentar escrever mais calmamente e tentar não dar os erros ortográficos em que reparou. (mas só desta vez.) aproveito no meio de tão perfeitos travessões, acentos graves e acentos circunflexos (esta está mal escrita) para lhe agradecer o seu comentário ao post (perdão) artigo sobre a livraria Bertrand (Seixal).
Obrigado.
Passe bem.

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