Frankenstein Revisitado

Cerca de 200 anos depois de ter criado o seu monstro, Victor Frankenstein (agora conhecido como Victor Helios), instalou-se em Nova Orleães. As suas experiências e a sua investigação estão cada vez mais sofisticadas; já não tem de roubar cadáveres em cemitérios para construir as suas criaturas, e desenvolveu uma tecnologia que lhe permite escapar ao envelhecimento. O seu plano consiste em propagar por Nova Orleães espécimes da sua Nova Raça de criaturas perfeitas, destinadas a exterminar e a substituir os «imperfeitos» seres humanos. A única criatura capaz de travar este plano diabólico é o misterioso Deucalião – o primeiro «monstro» criado por Frankenstein. Aparentemente imortal e indestrutível, Deucalião parece possuir também uma alma e uma consciência quase humanas. Mas será isso suficiente para impedir os planos do seu monstruoso criador?

O Que Dizem:

«O “Frankenstein” de Mary Shelley é um dos textos seminais dos géneros do Horror e da Ficação Científica, com os seus críticos a debater acesamente a qual dos dois pertence. Dean Koontz assinou também algumas obra de relevo em ambos os campos, com especial destaque para “Demon Seed” que, em 1973, transplantava já o tema frankensteiniano para um cenário tecnológico. É por isso o autor indicado para escrever esta espécie de sequela do texto original, na qual prefigura um Victor Frankenstein e a sua criação (aqui chamada Deucalião) que mantêm o seu feudo há mais de duzentos anos e que iniciam aquele que será o seu derradeiro confronto na Nova Orleães de 2005. Tal confronto, mediado por Carson O’Connor e Michael Maddison, dois detectives que investigam uma série de crimes macabros que deixaram a Big Easy salpicada de cadáveres mutilados, tem como objectivo não só a perpetuação pessoal de ambos os oponentes, mas o próprio futuro da humanidade. A construção narrativa trai a sua origem como guião televisivo, mas Koontz sabe servir-se do seu estilo pragmáticop, marcado por diálogos incisivos e cativantes, para suscitar questões tão actuais hoje como quando Victor se serviu pela primeira vez da electricidade para animar um cadáver: questões relativas à ciência, ao seu avanço, ao humano e aos seus limites.»

João Seixas, Os Meus Livros, Fevereiro 2011

 

Dean Koontz

 já vendeu 355 milhões de exemplares dos seus livros, um valor que actualmente aumenta em mais de 17 milhões de exemplares por ano.
Catorze dos seus romances alcançaram o N.º 1 de vendas na lista de bestsellers do New York Times em capa dura, entre os quais, O marido e Contra o Tempo, agora editados em Portugal, fazendo deste autor um dos doze que já conseguiram esta proeza. As suas obras também já alcançaram lugares cimeiros em Países tão diversos como o Japão ou a Suécia.
O New York Times classifi cou a sua escrita como «psicologicamente complexa, magistral e convicente,» O The New Orleans Times-Picayune considera-o «lírico sem nunca ser ingénuo ou romântico. A Rolling Stone aclamou-o como o «autor de suspense mais popular da América.» Dean Koontz encontra-se actualmente na 2ª posição do top do New York Times com o novissímo “What the Night Knows”

 

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2 thoughts on “Frankenstein Revisitado

  1. Frankenstein, uma das melhores leituras do ano passado e de sempre. Não sei se já leste. Vamos a pensar que se trata de uma história de terror e é uma história tão tão humana!! É magnífico!
    Abraço

    1. Olá paula, li frankenstein a muitos anos atras e sei que gostei bastante, gostaria de relê-lo este ano so para abrir caminho para o filho pródigo. beijinhos.

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