A Ruína – Jennifer Egan

a ruinaNão sei muito bem o que dizer desta verdadeira Ruína, embora todas as criticas lhe tirem o chapéu e a sua autora tenha sido a vencedora do Pullitzer for fiction do ano passado (2011), esta leitura não me aqueceu nem arrefeceu.

Provavelmente não estive com a devida atenção que este livro merecia, mas de tão confusa narrativa não consegui perceber sequer o que estava a ler.

A sinopse parece muito interessante e á primeira vista temos uma história de retirar o folêgo, mas… A Ruína é um livro que requer muita concentração inicialmente, a história anda para cá e para lá, toda a gente fala ao mesmo tempo e não se consegue perceber muito bem quem é quem (talvez a ideia tenha sido essa, mas para mim não foi bem conseguida e como não desenvolve, a leitura perde o interesse ao fim de 20 ou 30 páginas).

Talvez numa próxima oportunidade eu consiga retirar algum prazer deste livro. Por agora nada a fazer.

Sinopse: Os primos Danny e Howie ficaram marcados por uma brincadeira adolescente com consequências que mudaram as suas vidas para sempre. Principalmente a da vítima, Howie.Vinte anos mais tarde, Howie pede a ajuda de Danny para restaurar um castelo na Europa de Leste. Danny é hoje um desempregado, que vê aqui uma oportunidade para fugir ás dívidas. Howie é um excêntrico milionário, com o sonho de criar o mais invulgar retiro alguma vez imaginado.Após a sua chegada, Danny percebe que talvez este refúgio perfeito, seja afinal o único lugar de onde se devia manter afastado. Num ambiente de extrema paranóia, a ruína torna-se no cenário perfeito para a vingança de Howie. Desta vez, uma brincadeira com resultados muito mais catastróficos. Enquanto isso, um homem cujo nome desconhecemos encontra-se numa prisão de alta segurança por um crime misterioso. Na sua cela, ele escreve uma inesquecível história: a de dois primos que se reencontram vinte anos mais tarde para restaurar um castelo em ruínas na Europa de Leste. A Ruína é um romance genial, onde personagens e sucessivos narradores se misturam e envolvem o leitor num espiral surpreendente. A autora conjura uma trama de onde a fuga é impossivel e joga com o leitor na percepção do que é real e do que é ficção.

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2 comments

    1. Paula… lá por eu não ter gostado nada… não quer dizer que tu não vás gostar! (hum… acho que tb. não vais gostar):)
      Beijinhos

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