Tempo

o outro lado

tempo

 Invento formas para querer. Recrio histórias para te ver
Tão perto, tão longe, Onde estás?
De repente pergunto…

Como posso dar. Se tu nunca estás
Às vezes sinto, que o medo respiro
Quando um sopro teu me retira
O resto que sou.

(Sopro – Diogo Piçarra)

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