Nicolau Breyner – (1940-2016)

“Detesto o Inverno. Muitas vezes digo da vida: ‘Quantos verões me faltam?’. Adorava morrer num daqueles dias chuvosos, feios, com vento, para não ter pena.”
In: Público, 2010

NICOLAU BREYNER

NICOLAU BREYNER
1940-2016

Estando a passar por uma fase mais “macambúzia” Esta manhã levantei-me e sentei-me em frente ao ecrã, revi “Os Gatos não têm Vertigens” Uma vez mais emocionei-me perante um dos melhores filmes Portugueses dos últimos anos. Um filme que de tão simples se torna enorme.
À tarde liguei a televisão e senti-me de repente meio vazio ao olhar perplexo para a notícia que deixou um País inteiro incrédulo. Partiu o Senhor contente

Do teatro à revista, da televisão ao cinema, sou de uma geração que se habituou a ver a admirar e aplaudir Nicolau Breyner, como se fosse eterno. Nem sequer é preciso mencionar os trabalhos de que nos lembramos.

Até sempre Nico

Fotografia: Orlando Almeida/Global Imagens
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