A Redundância do Erro

Sempre que tombamos, fortificamos raízes, Levantamo-nos para cair novamente, Tombamos outra vez, levantamo-nos e voltamos a cair; e a cada vez as raízes vão ficando mais fortes e cada vez mais seguras, resultado da redundância do erro.

A teimosia tantas vezes repetida, apenas gera pessoas incompletas, vagabundos de nós, gente que se veste de trapos e que redundantemente rodopia e rodopia no erro.
não fazem de nós mais fortes ou mais fracos, fazem parte de nós, (são parte de nós) daquela aprendizagem constante que nos prepara para novos erros. Torna-nos mais crescidos e mais espertos (em erros), e lá vamos nós novamente rodopiando até ao chão sempre que esses cabrões decidem pregar-nos nova rasteira.
Que cabrões somos!

Redundância

Erro sim, mas nunca conformados com apenas um, terão de ser muitos, para que nos caiam as asas do sonho, as asas que nos transportam pelos mares da redundância até à queda seguinte (…)

a redundancia do erro

Texto: Nuno Chaves in: A Redundância do Erro (Excerto)
Fotografia: Released on: 2017/07/03
© – Nuno Chaves | Fotografia
Pátio do Salema | Lisboa
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

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