Somewhere over the rainbow

 

000 - Cópia

Somewhere over the rainbow

Way up high

And the dreams that you dreamed of

Once in a lullaby ii ii ii

Somewhere over the rainbow

Blue birds fly

And the dreams that you dreamed of

Dreams really do come true ooh ooh

Someday I’ll wish upon a star

Wake up where the clouds are far behind me ee ee eeh

Where trouble melts like lemon drops

High above the chimney tops thats where you’ll find me

Somewhere over the rainbow blue birds fly

And the dream that you dare to, why, oh why can’t I?

Someday I’ll wish upon a star

Wake up where the clouds are far behind me

Where trouble melts like lemon drops

High above the chimney top that’s where you’ll find me

Oh, Somewhere over the rainbow way up high

And the dream that you dare to, why, oh why can’t I?

 

“SOMEWHERE OVER THE RAINBOW”
© – Nuno Chaves | Fotografia
Released on: December 2017
Terreiro do Paço | Lisbon

* * *

Over the Rainbow” (1938)
Musica de Harold Arlen
Letra de E.Y. Harburg

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O Poder dos Livros – Os Charutos Monte Cristo

Em meados do século XIX, menos de 15% do operariado cubano não sabia ler. Saturnino Martínez, operário da indústria de charutos e poeta, publicava um jornal para os trabalhadores, La Aurora. Só que enfrentava o problema do analfabetismo. Lembrou-se, então, de criar um leitor público. Foi então junto do director do liceu de Guanabacoa propondo que a escola colaborasse na promoção da leitura em voz alta no local de trabalho. O director da escola dirigiu-se aos trabalhadores da fábrica de charutos El Figaro e convenceu-os da utilidade da iniciativa. Escolheu-se, então, um trabalhador que seria o leitor, o lector oficial, pago pelo seus restantes trabalhadores para lhes ler enquanto enrolavam os charutos, um trabalho mecânico e cansativo. Em 1866, o jornal La Aurora noticiava a leitura nas oficinas, levando os trabalhadores a familiarizarem-se com os livros, promovendo assim o conhecimento e a amizade. Com efeito, várias fábricas seguiram o exemplo. E foram tão bem sucedidas estas sessões públicas de leitura nos locais de trabalho que acabaram por ser consideradas subversivas.

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O material destas leituras era escolhido previamente pelos trabalhadores e ia de panfletos políticos a romances e colectâneas de poesia. Mas tinham os seus favoritos. Entre eles, O Conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas. Esta escolha tornou-se tão popular entre os operários enroladores de charutos que um grupo de trabalhadores escreveu ao autor, pedindo-lhe autorização para dar o nome do herói do seu romance a um dos seus charutos. Dumas consentiu e nasceram os «charutos Monte Cristo».

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Alberto Manguel in Uma História da Leitura 
(Lisboa, Ed. Presença, 1999).
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Eu Fui Noutra Vida…

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*

Sem ti não me vou daqui embora, entre o ódio e o amor há sempre uma história que te faz regressar, onde foste feliz.
Eu fui noutra vida um exímio alfaiate, rasguei e cosi corações de pouca sorte; Joguei e perdi: O meu lugar no céu

Eu fui noutra vida, um pedaço de ti

Contigo aprendi, os vários alfabetos, escrevemos no espaço: gosto de ter por perto.
Hoje descobri que não vou para o céu nem para o inferno, enquanto não chega o inverno para nos molhar

Eu fui noutra vida, um pedaço de ti
E já me esqueci

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“EU FUI NOUTRA VIDA”  
© – Nuno Chaves | Fotografia
Released on: 2017/10/05
Alburrica | Barreiro
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

Texto: “ALFAIATE”
By: Pedro Tatanka – © 2017

Letra e música: Pedro Tatanka
Arranjos de cordas: João Salcedo
Voz e guitarra – Pedro Tatanka
Piano – Marco Pombinho
Hammond – Diogo Santos
Baixo – Rui Pedro Pity
Bateria – João Freitas
Percussão – Ricardo Coelho Cordas –
Quarteto de Cordas de Matosinhos

8 Anos de Página a Página

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O tamanho da vida depende muito de nós. Será sempre suficiente para quem vive o presente.
A vida é medida pela riqueza dos momentos que não serão esquecidos.
A todos os que nos últimos 8 anos têm feito o percurso comigo e têm contribuído para que as Páginas sejam um bocadinho melhores, bem hajam.
Parabéns a nós! Passam hoje 8 anos desde o arranque do Página a Página

Todos Temos Uma…

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Marcas

Por mais voltas que dês, por mais círculos que possas contornar, por mais pedras que consigas retirar, por mais obstáculos que possas transpor, por mais que erres, por mais que tentes, por mais que limpes, por mais que aprendas; por mais que arranques, por mais que rasgues, por mais que esfregues…
Não desaparecem, não se lavam, não se limpam, não fogem, não se destroem, não se queimam.
há marcas que simplesmente não se arrancam São parte de ti, são parte de nós
Por mais que vivas.
Sou eu. Por mais que tentes; ficam para sempre.

“MARCAS”
Released on: 2017/10/02

© – Nuno Chaves | Fotografia

Quinta Braancamp – Alburrica

Barreiro Antiga Sociedade Nacional de Cortiças
Texto: Nuno Chaves – (Setembro de 2016)

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS