Fotografia

Distância VS Saudade

“QUEM PENSA QUE A DISTÂNCIA FAZ ESQUECER
ESQUECE QUE A SAUDADE FAZ LEMBRAR”

 

Quem pensa que a saudade é sinónimo de certezas, pensa mal… Esquece que o que hoje é saudade e dor, poderá ser um amanhã de distância e Esquecimento.
Mudam-se os tempos, mudam-se as pessoas, mudam-se os objectivos, mudam-se as circunstâncias, mudam-se as vontades, muda-se a vontade, (aquela vontade)
mudam as pessoas, mudam-se as pessoas.
Mudamos… apenas mudamos. Mudamos tudo
Tudo… a distância a saudade e a dor acabarão por se diluir numa lágrima que se assemelhará a uma qualquer gota de chuva.
Cairá e acabará por se perder.

Nuno Chaves 16 de Março de 2018 – (03:07h)

*   *  *

“DISTÂNCIA VS SAUDADE”
© – Nuno Chaves | Fotografia
Released on: 1 September 2017
Topo do Arco da Rua Augusta | Lisboa

© 2018 -Página a Página e Nuno Chaves
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

 

Pólo Norte – Deixa o Mundo Girar (2005)

Quantas vezes vais olhar para trás
Estás preso a um passado que pesou
Quantas vezes vais ser tu capaz
Fazer sair quem por engano entrou

Abre a tua porta, não tenhas medo
Tens um mundo inteiro à espera para entrar
De sorriso no rosto talvez o segredo
Alguém que te quer falar

Olha em frente e diz-me aquilo que vês
Reflexos de quem conheces bem
Ouve essa voz é a tua voz
Dá-lhe atenção e a razão que tem

Abre a tua porta, não tenhas medo
Tens um mundo inteiro à espera para entrar
De sorriso no rosto talvez o segredo
Alguém que te quer falar

Deixa o mundo girar para o lado que quer
Não o podes parar nem tens nada a perder
Estás de passagem
Não o leves a mal se te manda avançar
Talvez seja um sinal que não podes parar
Estás de passagem

Vai aonde queres
Sê quem tu quiseres
Estende a tua mão
A quem vier por bem

Abre a tua porta, não tenhas medo
Tens um mundo inteiro à espera para entrar
De sorriso no rosto talvez o segredo
Alguém que te quer falar

Deixa o mundo girar para o lado que quer
Não o podes parar nem tens nada a perder
Estás de passagem
Não o leves a mal se te manda avançar
Talvez seja um sinal que não podes parar
Estás de passagem

Deixa o mundo girar para o lado que quer
Não o podes parar nem tens nada a perder
Estás de passagem
Não o leves a mal se te manda avançar
Talvez seja um sinal que não o podes parar
Estás de passagem, só de passagem, estou de passagem
Para outro lugar

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Somewhere over the rainbow

 

000 - Cópia

Somewhere over the rainbow

Way up high

And the dreams that you dreamed of

Once in a lullaby ii ii ii

Somewhere over the rainbow

Blue birds fly

And the dreams that you dreamed of

Dreams really do come true ooh ooh

Someday I’ll wish upon a star

Wake up where the clouds are far behind me ee ee eeh

Where trouble melts like lemon drops

High above the chimney tops thats where you’ll find me

Somewhere over the rainbow blue birds fly

And the dream that you dare to, why, oh why can’t I?

Someday I’ll wish upon a star

Wake up where the clouds are far behind me

Where trouble melts like lemon drops

High above the chimney top that’s where you’ll find me

Oh, Somewhere over the rainbow way up high

And the dream that you dare to, why, oh why can’t I?

 

“SOMEWHERE OVER THE RAINBOW”
© – Nuno Chaves | Fotografia
Released on: December 2017
Terreiro do Paço | Lisbon

* * *

Over the Rainbow” (1938)
Musica de Harold Arlen
Letra de E.Y. Harburg

Eu Fui Noutra Vida…

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*

Sem ti não me vou daqui embora, entre o ódio e o amor há sempre uma história que te faz regressar, onde foste feliz.
Eu fui noutra vida um exímio alfaiate, rasguei e cosi corações de pouca sorte; Joguei e perdi: O meu lugar no céu

Eu fui noutra vida, um pedaço de ti

Contigo aprendi, os vários alfabetos, escrevemos no espaço: gosto de ter por perto.
Hoje descobri que não vou para o céu nem para o inferno, enquanto não chega o inverno para nos molhar

Eu fui noutra vida, um pedaço de ti
E já me esqueci

logo

“EU FUI NOUTRA VIDA”  
© – Nuno Chaves | Fotografia
Released on: 2017/10/05
Alburrica | Barreiro
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

Texto: “ALFAIATE”
By: Pedro Tatanka – © 2017

Letra e música: Pedro Tatanka
Arranjos de cordas: João Salcedo
Voz e guitarra – Pedro Tatanka
Piano – Marco Pombinho
Hammond – Diogo Santos
Baixo – Rui Pedro Pity
Bateria – João Freitas
Percussão – Ricardo Coelho Cordas –
Quarteto de Cordas de Matosinhos

Marcas

Por mais voltas que dês, por mais círculos que possas contornar, por mais pedras que consigas retirar, por mais obstáculos que possas transpor, por mais que erres, por mais que tentes, por mais que limpes, por mais que aprendas; por mais que arranques, por mais que rasgues, por mais que esfregues…
Não desaparecem, não se lavam, não se limpam, não fogem, não se destroem, não se queimam.
há marcas que simplesmente não se arrancam São parte de ti, são parte de nós
Por mais que vivas.
Sou eu. Por mais que tentes; ficam para sempre.

“MARCAS”
Released on: 2017/10/02

© – Nuno Chaves | Fotografia

Quinta Braancamp – Alburrica

Barreiro Antiga Sociedade Nacional de Cortiças
Texto: Nuno Chaves – (Setembro de 2016)

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

 

Give me stars to play with

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Aprendi tudo ao contrário depois. ser religioso é desenvolver uma mariquice no espírito, um medo pelo que não se vê, como ter medo do escuro, porque o bicho papão pode estar à espreita para nos puxar os cabelos.
Esperar por deus é como esperar pelo Peter Pan e querer que traga a fada sininho com a sua mini-saia erótica tão desadequada à ingenuidade das crianças. O ser humano é só carne e osso e uma tremenda vontade em complicar as coisas. Eu aprendi que aqueles crentes se esfolavam uns aos outros de tanto preconceito e estigmatização e aprendi no dia que perdemos o nosso primeiro filho que estamos sozinhos no mundo.

Não foi culpa do padre, nem da igreja e nem de deus, foi só o triste acaso (…)
Começaram os outros a benzer-se e a rezar e levaram-me para uma cadeira onde me estenderam o crucifixo e esperaram que deus ou o peter pan entrassem na minha vida com explicações perfeitas para o que sucedera.

Esperaram que a vida se prezasse ainda, feita de dor esperança, feita de dor e coragem, feita de dor e cidadania, feita de dor e futuro, feita de dor e deus (…)

 

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Texto: Valter Hugo Mãe (Excerto)
In: A Máquina de Fazer Espanhóis
Fotografia: Released on: 2017/07/03
© – Nuno Chaves | Fotografia
Pátio do Salema | Lisboa
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS