Somewhere over the rainbow

 

000 - Cópia

Somewhere over the rainbow

Way up high

And the dreams that you dreamed of

Once in a lullaby ii ii ii

Somewhere over the rainbow

Blue birds fly

And the dreams that you dreamed of

Dreams really do come true ooh ooh

Someday I’ll wish upon a star

Wake up where the clouds are far behind me ee ee eeh

Where trouble melts like lemon drops

High above the chimney tops thats where you’ll find me

Somewhere over the rainbow blue birds fly

And the dream that you dare to, why, oh why can’t I?

Someday I’ll wish upon a star

Wake up where the clouds are far behind me

Where trouble melts like lemon drops

High above the chimney top that’s where you’ll find me

Oh, Somewhere over the rainbow way up high

And the dream that you dare to, why, oh why can’t I?

 

“SOMEWHERE OVER THE RAINBOW”
© – Nuno Chaves | Fotografia
Released on: December 2017
Terreiro do Paço | Lisbon

* * *

Over the Rainbow” (1938)
Musica de Harold Arlen
Letra de E.Y. Harburg

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Marcas

Por mais voltas que dês, por mais círculos que possas contornar, por mais pedras que consigas retirar, por mais obstáculos que possas transpor, por mais que erres, por mais que tentes, por mais que limpes, por mais que aprendas; por mais que arranques, por mais que rasgues, por mais que esfregues…
Não desaparecem, não se lavam, não se limpam, não fogem, não se destroem, não se queimam.
há marcas que simplesmente não se arrancam São parte de ti, são parte de nós
Por mais que vivas.
Sou eu. Por mais que tentes; ficam para sempre.

“MARCAS”
Released on: 2017/10/02

© – Nuno Chaves | Fotografia

Quinta Braancamp – Alburrica

Barreiro Antiga Sociedade Nacional de Cortiças
Texto: Nuno Chaves – (Setembro de 2016)

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

 

THE WALKING DAD

Saltam à vista… na montra da loja da Rua da Prata, fazendo com que pare e sorria. Uma ideia original para aquele amigo que é um super pai bem babado.
Mais uma das muitas  T-Shirts and All

the walking dad

 

Somos…

“Nós somos feitos de Histórias, não é de «á-dê-énes» nem códigos genéticos, nem de carne e músculos e pele e cérebros.
É de histórias”

 ◊

Frase: Afonso Cruz
In: Os Livros que devoraram o meu Pai

Fotografia: Nuno Chaves © – 2017
In: Lx. Factory

 

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Ler Devagar

E Porque dia 7 de Janeiro foi  o “Dia do Leitor” passei pela Ler Devagar na Lx. Factory, A todos aqueles que gostam de se perder num livro desejo um ano de grandes viagens e novas descobertas e de bons livros para ler.

Poucas coisas marcam tanto um leitor como o primeiro livro que realmente abre caminho até ao seu coração. Aquelas primeiras imagens, o eco dessas palavras que julgamos ter deixado para trás, acompanham-nos toda a vida e esculpem um palácio na nossa memória ao qual, mais tarde ou mais cedo – não importa quantos livros leiamos, quantos mundos descubramos, tudo quanto aprendamos ou esqueçamos – vamos regressar.

LER DEVAGAR

Criei-me entre livros, fazendo amigos invisíveis em páginas que se desfaziam em pó e cujo cheiro ainda conservo nas mãos. Em criança aprendi a conciliar o sono enquanto explicava à minha mãe na penumbra do meu quarto as incidências da jornada

Cada livro, cada volume que vês, tem alma. A alma de quem o escreveu e a alma dos que o leram e viveram e sonharam com ele. Cada vez que um livro muda de mãos, cada vez que alguém desliza o olhar pelas suas páginas, o seu espírito cresce e torna-se forte.

Neste lugar, os livros de que já ninguém se lembra, os livros que se perderam no tempo, vivem para sempre, esperando chegar um dia às mãos de um novo leitor, de um novo espírito. Na loja nós vendemo-los e compramo-los, mas na realidade os livros não têm dono.
Cada livro que aqui vês foi o melhor amigo de alguém.

(Excertos do 1º Capitulo de “A Sombra do Vento” | Carlos Ruíz Zafón – 2011)

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