Esta balada que te dou…

Uma das melhores baladas feitas em Portugal. Um músico caído em esquecimento. Uma das músicas mais marcantes que Portugal levou à Eurovisão.

Armando Gama partiu hoje.

ARMANDO GAMA | 1954-2022

Rags to Riches

Ash to ashes, and dust to dust
In this town there is no one to trust
Rags to riches burned your bridges

”RAGS TO RICHES”
por: NUNO CHAVES
Fotografias captadas entre 3 e 6 Dezembro 2021
PARIS
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS – © 2021

Small town, nothing is what it seems
Drive all night to escape my broken dreams
Television flickers like a flame
I’m hurting and there is no one else to blame

I should’ve listened to what my daddy said
Darling keep fighting, those demons in your head
Sure I was pretty reckless and wild
My makeup covers all the countless tears I cried

Ash to ashes, and dust to dust
In this town there is no one to trust
Rags to riches burned your bridges

Blood red lipstick, let’s break the law
Tell me, baby, what have you come here for?
It’s close to midnight, but I can’t close my eyes
I’m losing track off for the countless tears I’ve cried

Ash to ashes, and dust to dust
In this town there is no one to trust
Rags to riches burned your bridges

I need someone to
Drive me away from here
I wanna disappear
I need to know what I’m worth

Ash to ashes, and dust to dust

© 2022 PÁGINA A PÁGINA

Janeiro o Yorkie

Ola eu sou o “Janeiro” e cheguei precisamente no mês de Janeiro de 2022 à vida do meu dono. Escreverei provavelmente muitas páginas felizes aqui no Página a Página. Sou ainda um cachorrinho com 2 meses de vida. Sou um Yorkshire Terrier. Ha quem me trate por York ou Yorkie. Sou um traquinas cheio de vida e de muito amor para dar! Tenho a certeza de que por aqui serei feliz!

” JANEIRO O YORKIE”
8 de JANEIRO 2022

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

© 2022 PÁGINA A PÁGINA

A Casa Inclinada

Para aqueles como eu, que ao visitarem uma cidade, gostam de captar fotografias de  “quase” tudo o que lhes aparece pela frente,  levando a bateria da camera à exaustão e  a implorar por descanso; não poderia passar por Paris sem captar uma das fotos mais clássicas e partilhadas nas redes sociais: a célebre  “Sinking House” (casa a afundar-se).

Encontramos pois um mundo de ideias para brincar com as perspectivas e  gravar na memória momentos como este.
Um exemplo disso é a fotografia que partilho hoje.
No “18º arrondissement” de Paris, temos um prédio em Montmartre que irá deliciar os fotógrafos  mais intrépidos.
Para fazer “crer” e parecer que o edifício se está a afundar “brinca-se” com a perspectiva do terreno inclinado. A verdade é que se trata de um edifício que passa um pouco despercebido com a monumentalidade da Basílica do  Sacré Coeur (Sagrado Coração).
Fomos de Montparnasse  a Montmartre (o mais boémio dos bairros de paris) de Uber para fugir à persistente e horrivel chuva gelada com que nos brindou Paris durante 4 dias e esta casa era uma das coisas que tinha planeado fotografar na ida a Montmartre. Ao mostrar ao motorista a fotografia do edificio fiquei a saber que segundo ele a mítica casa ficava na Provence e não em Paris o que me levou a crer de que ele não fazia a mais pequena ideia do que estava eu a falar. Passada a vontade de lhe partir o telemóvel na cabeça la sai do carro e fui a procura dela e não foi preciso muita procura para a encontrar. Ali estava ela! Mesmo à direita da Basílica e o resultado…. é este!

Conhecida pelos internautas e muito partilhada nas redes sociais como “Sinking House” (casa a afundar-se) preferi chamá-la de “A casa inclinada”


Deixo nas duas fotos em anexo o que na realidade vemos e essa realidade mostra uma casa nada inclinada, e sem nada de especial para fotografar.

Ao deixarmos porém o sacré coeur nas nossas costas podemos aproveitar para suster a respiração por alguns segundos e apreciar uma das vistas que guardarei para sempre na memória.
O bairro de Montmartre.

” A CASA INCLINADA & MONTMARTRE”
por: NUNO CHAVES
Fotografias captadas entre 3 e 6 Dezembro 2021
MONTMARTRE – PARIS – PARIS
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS
© 2021

#sugestão

Francoise Hardy – Voilá

A Raposa e o Príncipe

” CATIVAR”
By: NUNO CHAVES
Captada em: OUTUBROde 2021
BRUGGE – BELGIUM
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

 E foi então que apareceu a raposa:
__Bom dia, disse a raposa.
__Bom dia, respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas não viu nada.
Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira…
__Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita…
__Sou uma raposa, disse a raposa.
__Vem brincar comigo, propôs o principezinho. Estou tão triste…
__Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. Não me cativaram ainda.
__Ah! desculpa, disse o principezinho. Após uma reflexão, acrescentou:
__Que quer dizer “cativar”?
__Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
__Procuro os homens, disse o principezinho. Que quer dizer “cativar”?
__Os homens, disse a raposa, têm fuzis e caçam. É bem incômodo! Criam galinhas também.
É a única coisa interessante que eles fazem. Tu procuras galinhas?
__Não, disse o principezinho. Eu procuro amigos. Que quer dizer “cativar”?
__É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa “criar laços…”.
__Criar laços?
__Exatamente, disse a raposa. Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo…
__Começo a compreender, disse o principezinho… Existe uma flor… Eu creio que ela me cativou…
__É possível, disse a raposa. Vê-se tanta coisa na Terra…
__Oh! não foi na Terra, disse o principezinho.
A raposa pareceu intrigada:
__Num outro planeta?
__Sim.
__Há caçadores nesse planeta?
__Não.
__Que bom. E galinhas?
__Também não.
__Nada é perfeito, suspirou a raposa.
Mas a raposa voltou à sua idéia:
__Minha vida é monótona. Eu caço galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens se parecem também. E por isso me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora da toca,como se fosse música. E depois, olha! Vês lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor de ouro. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo…
A raposa calou-se e considerou por muito tempo o príncipe:
__Por favor… cativa-me! disse ela.
__Bem quisera, disse o principezinho, mas eu não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas
a conhecer.
__A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
__Que é preciso fazer? perguntou o principezinho.
__É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei para o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal entendidos. Mas, cada dia, te sentarás mais perto…
No dia seguinte o principezinho voltou.
__Teria sido melhor voltares à mesma hora, disse a raposa. Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade!

O PRINCIPEZINHO Antoine de Sainte Exúpery

E tudo Gira!

” TUDO GIRA”
By: NUNO CHAVES
Captada em: JUNHO de 2021
Santa Cruz – PORTUGAL
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

Lindo pedaço que vejo de amor,
No meu tecido está cheio de cor
Dessa alegria que só poderia ser tua!

Duras pessoas, conversas da vida
Há quem te julgue, há quem te domina
Olha de novo, retrai a tua mão…
Ganha o alento para sorrir!

E tudo gira a quem compra e vende a mentira,
E tudo gira a quem te dá uma falsa partida,
E tudo fica, se nenhum de nós ceder…Soma por soma, dá-lhe ao melhor jeito


Ressalta de ti esse amor imperfeito!
Deixam correr e passar dizem que é mesmo assim
E negam os medos para fugir…E tudo gira a quem compra e vende a mentira,
E tudo gira a quem te dá uma falsa partida,
E tudo fica, se nenhum de nós ceder… Olha de frente, conduz-te a direito
Assume a postura, tu és o eleito
O começo do fim da vida, não é para ti!

E tudo gira a quem compra e vende a mentira,
E tudo gira a quem te dá uma falsa partida,
E tudo fica, se nenhum de nós ceder…E tudo gira a quem compra e vende a mentira,
E tudo gira a quem te dá uma falsa partida,
E tudo fica, se nenhum de nós ceder…

Loucos de Lisboa

São os loucos de Lisboa, que nos fazem duvidar que a terra gira ao contrário e os rios nascem no mar.

” LOUCOS DE LISBOA”
By: NUNO CHAVES
Captada em: JULHO de 2021
Lisboa – PORTUGAL
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

Parava no café quando eu lá estava
Na voz tinha o talento dos pedintes
Entre um cigarro e outro lá cravava
A bica, ao melhor dos seus ouvintes

As mãos e o olhar da mesma cor
Cinzenta como a roupa que trazia
Num gesto que podia ser de amor
Sorria, e ao partir agradecia São os loucos de Lisboa
Que nos fazem duvidar
A Terra gira ao contrário
E os rios nascem no mar

Um dia numa sala do quarteto
Passou um filme lá do hospital
Onde o esquecido filmado no gueto
Entrava como artista principal Comprámos a entrada p’ra sessão
Pra ver tal personagem no écran
O rosto maltratado era a razão
Não aparecer pela manhã

São os loucos de Lisboa
Que nos fazem duvidar
A Terra gira ao contrário
E os rios nascem no marMudámos muita vez de calendário
Como o café mudou de freguesia
Deixámos de tributo a quem lá pára
Um louco a fazer-lhe companhia

E sempre a mesma posse o mesmo olhar
De quem não mede os dias que vagueiam
Sentado lá continua a cravar
Beijinhos às meninas que passeiam. São os loucos de Lisboa
Que nos fazem duvidar
A Terra gira ao contrário
E os rios nascem no mar

© 2021

The Sun

Sleep on down from the sun to climb,
Down to earth and down to things like time,
Because we are all, we are all just lovers,
Born of earth and light like all the others.

” THE SUN”
By: NUNO CHAVES
Captada em: Junho de 2021
📍BARREIRO – PORTUGAL
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

If you’re talking to the moon,
The moon might sing about the universe
Shouting: “I don’t need, I don’t need time”,
I breathe in time.
Where are we now?
Where are we now?

© 2021

MÃE

Mãe descobri que o tempo pára
E o mundo não separa o meu coração do teu
Eu sei que essa coisa rara
Aumenta, desassossega mas pára
Quando o teu tempo é o meuMãe canta com vaidade
Porque já tenho idade
Pra saber
Que em verdade em cada verso teu
Onde tu estás estou euMãe contigo o tempo pára
Nosso amor é coisa rara
E cuidas de um beijo meu
Sei que em cada gesto teu
Está teu coração no meuMãe canta com vaidade
Porque já tenho idade
Pra saber
Que em verdade em cada verso teu
Onde tu estás estou euSe pudesse mandar no mundo
Parar o tempo à minha vontade
Pintava teu coração com as cores da felicidade
Em cada gesto teu
Está teu coração no meuMãe canta com vaidade
Porque já tenho idade
Pra saber
Que em verdade em cada verso teu
Mãe…
A nossa espera valeu

☆ ☆ ☆

By: NUNO CHAVES
Captada em: 2 MAIO2021
📍TERREIRO DO PAÇO – LISBOA
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

© 2021

O desaparecimento de Stephanie Mailer

A LER

JOËL DICKER

CRÍTICAS DE IMPRENSA:

«Como é o novo Dicker? Podemos responder, sem hesitação: extraordinário!»
Le Point

«Stephanie Mailer, tal como Harry Quebert antes dela, mantém-nos agarrados. Felizmente, escrever não é meramente “juntar palavras que formam frases”. Escrever também é construir, e nisso Dicker é excelente.»
La Liberté

«Cinco temporadas de uma série de televisão viciante num só livro. O desaparecimento de Stephanie Mailer mostra em pleno o talento do escritor: uma teia de intrigas que mantém o leitor preso por um fio.»
Le Temps

«O autor redescobre a sua força sedutora: a combinação de eficácia visual à americana com a elegância do detalhe à europeia.»
24 Heures

«Dicker não larga a mão do leitor que, apesar da variedade de personagens, da avalanche de pistas falsas, nunca perde o fio à meada. A cada cinquenta páginas, o leitor pensa ter encontrado o verdadeiro assassino. Mas para isso terá de esperar: o autor é muito hábil e diverte-se como um louco a induzir o leitor em erro.»
Le Figaro Littéraire

«Romance após romance, Joël Dicker impõe-se como um mestre de ilusionismo.»
Elle

«Preciso, denso, dinâmico, rápido, divertido, atravessado por uma ironia refrescante. Mas a sua maior qualidade, e a sua evolução em relação aos livros anteriores, é que esta complexidade, esta rapidez de acção, não impede o romance de ser comovente e poético ao mesmo tempo. É um livro com alma.»
Matin Dimanche

«Enquanto Agatha Christie punha em cena “apenas” dez suspeitos, Joël Dicker joga com dezenas de personagens a um ritmo inacreditável. De tirar o fôlego!»
Madame Figaro

«Conhece aquele sentimento terrível de se sentir sozinho depois de acabar um romance incrível? Foi o que me aconteceu com este livro. Joël Dicker vai ainda mais longe do que antes com este livro. »
Cosmopolitan

«Intriga cativante, personagens sólidas e ritmo vivo. Um page turner muito eficaz.»
Telerama

SINOPSE

Na noite de 30 de Julho de 1994, a pacata vila de Orphea, na costa leste dos Estados Unidos, assiste ao grande espectáculo de abertura do festival de teatro. Mas o presidente da Câmara está atrasado para a cerimónia… Ao mesmo tempo, Samuel Paladin percorre as ruas desertas da vila à procura da mulher, que saiu para correr e não voltou. Só para quando encontra o seu corpo em frente à casa do presidente da Câmara. Dentro da casa, toda a família do presidente está morta.

A investigação é entregue a Jesse Rosenberg e Derek Scott, dois jovens polícias do estado de Nova Iorque. Ambiciosos e tenazes, conseguem cercar o assassino e são condecorados por isso. Vinte anos mais tarde, na cerimónia de despedida de Rosenberg da Polícia, a jornalista Stephanie Mailer confronta-o com uma revelação inesperada: o assassino não é quem eles pensavam, e a jornalista reclama ter informações-chave para encontrar o verdadeiro culpado.

Dias depois, Stephanie desaparece.

Assim começa este thriller colossal, de ritmo vertiginoso, entrelaçando tramas, personagens, surpresas e volte-faces, sacudindo o leitor e impelindo-o, sem possibilidade de parar, até ao inesperado e inesquecível desenlace.

O que aconteceu a Stephanie Mailer?

E o que aconteceu realmente no Verão de 1994?

DO MESMO AUTOR:

A VERDADE SOBRE O CASO HARRY QUEBERT

%d bloggers like this: